segunda-feira, 30 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
"Uma mulher que gosta de viagens sonha muito mais do que as outras. Voa
mais alto e mais depressa mas também aterra mais vezes de beiças no
chão. Catrafode-se nos sonhos, esfarrapa-se por eles, luta sem
desistir e algumas vezes sem também conseguir.
Não lhe
importa a chuva, o frio, ou o sol quente, viaja porque gosta, porque
cada local é único e vale a pena, porque viajar é conhecimento e
descoberta e é sempre bom partir à descoberta. Gostava de ver tudo
mas sabe que é impossível e nem duas vidas lhe chegavam. Sente
todos os dias a falta de tempo. Gosta muito mais de partir do que de
ficar, e quando chega, a primeira coisa com que volta a sonhar é em
partir.
Quem
sabe um dia... mas ela não é de desistir. E é uma mulher que adora
viagens."
quarta-feira, 18 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Hoje estive a ler uns foruns de viagem e quando alguém sugeria ir a Amsterdão havia a pergunta: "e porque não Roterdão?" Não tinha a mínima noção de como era a cidade, fui googalizar e...apaixonei-me. Adeus Brugges com o romantismo, adeus Bruxelas com a malta antipática, adeus Antuérpia terra dos diamantes que não posso comprar.....olá Amsterdão e Roterdão! Está escolhido, logo no sossego de casa trato da reserva que me vai deixar sem dúvida imensamente contente.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Esta foi mais uma manhã em que me conseguiram chatear. Eu até que acordei bem disposta, vi que havia sol e na minha mente tocava uma musica alegre mas, e há sempre um mas, tive de dar boleia à pessoa que mais me consegue sugar toda a alegria de viver. Conseguiu com sucesso!
Nestes momentos tenho como meu ídolo o Homer Simpson mas não sou tão eficiente como ele.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Ontem tropecei neste texto e, juntamente com este, fizeram-me sentir um enorme vazio e ciúmes das mulheres para quem foram escritos. Nunca ninguém me deu assim valor e das vezes em que me dedico de alma e coração acabo por receber uma "facada". É bom saber que existem pessoas comuns que não têm medo de amar, de dedicar, de sentir e de aceitar os pequenos defeitos que torna cada um de nós num ser único.
Eu não sou perfeita, longe longe disso, mas revejo-me naqueles gestos de amor que faço sem nunca terem sido valorizados. Sei que isto é só um desabafo, este blog é para isso mesmo, funciona como um diário/amigo com quem possa conversar sobre aquelas coisas que sinto e que não interessam a ninguém. Antes de começarmos a namorar, escreveste-me as palavras mais belas que já alguém dedicou a mim, senti-me como a musa que inspira uma música, um livro ou uma obra de arte, mas basicamente ficaram por aí. Confesso que fiquei na expectativa de ter finalmente encontrado alguém que me ia amar por aquilo que sou e valorizar o que faço. Eu sei que gostas muito de mim, és sem dúvida o melhor que me aconteceu, mas, tal como já te disse antes, sinto que não queres estar comigo. Estás habituado a ter as namoradas à distância e eu não te vou tentar mudar. És assim, eu respeito, mas eu vou ter de mudar. Preciso de voltar a colocar o coração numa caixinha bem vedada para ele não ter ideias românticas nem apanhar desilusões quando os olhos tropeçam em casais apaixonados e actos de amor. Tenho de deixar de ser romântica!
segunda-feira, 9 de março de 2015
Trabalho em Lisboa mas pode-se considerar o local como periferia. Hoje, por motivos profissionais, tive de vir ao centro da cidade. Cruzei-me com os habitantes e com os turistas, os primeiros apressados nas suas correrias diárias, os segundos fascinados com tudo o que viam. Lisboa é sem dúvida um local único que se torna mais especial em dias com muito sol como hoje. Já visitei muitas cidades estrangeiras mas quando apanho uma ocasião destas, gosto de olhar para as coisas como se fosse a primeira vez que as vejo. Assim consigo renovar a Estação do Rossio, o Arco da Rua Augusta, o Tejo, e quase me sinto a passear num local novo e roçar a felicidade.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Finalmente os dias começaram a estar primaveris e isso melhora em muito a minha disposição, mas quando fico sozinha com os meus pensamentos, tornam-se sombrios e tristes. Para além dos problemas familiares cuja solução deveria de ter sido usada à anos e que agora é tarde de mais, restando-me sorrir e acenar, a situação aqui no escritório não está nada bem.
Estou num ramo que sofreu mesmo muito com a crise, imensas pessoas na minha área tiveram de emigrar ou deixar de parte o canudo que tanto suor tem impresso. Eu vou-me mantendo no mesmo sítio que vim parar quando saí da faculdade, já lá vão 5 anos. As condições não são más mas também não são as melhores. É um espaço pequeno em que se gere quase como uma família mas que, por ser assim, se abusa um pouco das pessoas e desvaloriza-se o seu esforço. Quando isto da crise começou, os subsídios foram postos na gaveta para saírem em tempo de melhores dias (que ainda não chegaram), e no ultimo ano os ordenados foram-se atrasando e atrasando até estarem mega atrasadíssimos. O que mais me indigna é que antes ainda havia uma justificação mas agora ninguem fala nisso e se alguém reclama a chefa ainda amua como se não estivéssemos no nosso direito de querer receber pelo trabalho que produzimos. Não sei bem o que fazer, por um lado, ainda vou aprendendo e tenho alguma liberdade de movimentos por aqui, por outro sinto-me cada vez mais desvalorizada e mais uns dias e o atraso será de 6 meses. Não tenho grandes despesas em casa porque sou mais uma personificação daquela musica "Sexta-Feira" do Boss AC mas assim fica difícil de pensar no futuro. Não me posso dar ao luxo de sair daqui porque é quase um milagre ainda haver alguém a empregar na minha área, e não posso emigrar...por enquanto.
Não sei mesmo o que fazer! Dou por mim muito sombria com sorrisos e brincadeiras que ocultam o que sinto na realidade, as mágoas, as desilusões, a irritação que algumas pessoas me provocam cuja vontade é mandá-las encher-se de moscas. Tudo abafado por uma conversa de "não é bom mas podia ser pior".
Não sei mesmo o que fazer!
quinta-feira, 5 de março de 2015
Apesar da dor e feridas que alguns amores me deixaram, sou uma eterna romântica. Tu não o és e por isso eu tento evitar expressar o quão apaixonada estou por ti. Mas no sábado apanhei-te a dormir e fiquei simplesmente a olhar para ti e depois a passar a mão levemente pela tua cara. Estavas tão em paz, tão tranquilo. Aquele ar de rapaz traquinas que tens todos os dias foi substituído por uma serenidade que te deixava o rosto ainda mais especial. Naquela altura senti-me abençoada e cheguei à conclusão que é o teu rosto que quero poder ver todas as manhãs ao acordar. Gosto mesmo de ti, Amo-te assim com A grande porque és sem dúvida o meu grande amor.
À pouco depois de almoçar, dei uma voltinha na lista de blogs que vou seguindo, e encontrei um texto sobre o amor. Alguém conseguiu pôr por palavras aquilo que sinto. Sei que não és assim e respeito, mas dedico-te o texto.
“Quando se gosta não há desculpa. Não há falta de tempo. Não há cansaço, não há horas. Não há nada que nos impeça de estar ali, ao lado de quem se quer. Para além do trabalho, onde durante essas horas se bombardeia o objecto do nosso amor com mensagens infindáveis e lamechas, tudo o resto é contornável.
“Quando se gosta não há desculpa. Não há falta de tempo. Não há cansaço, não há horas. Não há nada que nos impeça de estar ali, ao lado de quem se quer. Para além do trabalho, onde durante essas horas se bombardeia o objecto do nosso amor com mensagens infindáveis e lamechas, tudo o resto é contornável.
A chuva e o sol aparecem
quando devem, só para tornar cada momento mais especial. Toda a gente
nos lê nos olhos e nos perdoa as ausências. Os amigos sorriem, estão
felizes por nós. Nós estamos felizes. E o mundo sorri para nós.
Dorme-se menos. Come-se a
correr. Trocam-se horários. Desdobramo-nos em festas e situações, só
para podermos fugir e ir ter com. É isso que nos faz acordar com um
sorriso estúpido depois de 2h de sono. Não há motivos, não há doenças.
Não há cafés nem há compromissos. Não há impossíveis, nem falta de
dinheiro. Não há nada que nos separe.
Só há vontade e
borboletas. Conversa deitada fora, porque se quer conhecer mais e mais.
Não há monólogos, só perguntas. Porque nos queremos actualizar de todos
os anos que não estivemos ali. Comentários, cabeças na lua e sorrisos
estúpidos. Frases sem sentido, olhares brilhantes. Problemas que deixam
de existir. E um único objectivo, estar ali.
As horas são minutos, as
frases são palavras e um beijo é tudo. As promessas são eternas, as
mãos dadas são compromissos e os segredos são selados com um sorriso
cúmplice. Faz-se das tripas coração, sem sequer se ter consciência
disso.
Queremos apresentá-lo ao
mundo para que toda a gente veja e se deslumbre, como nós nos
deslumbramos. Para que toda a gente entenda o porquê do sorriso sem
motivo. E perguntamo-nos como é que algum dia ousamos estar tristes se
neste momento temos a certeza de que somos as pessoas mais felizes do
mundo.
As músicas têm novas
letras, os braços abrem-se e só queremos dançar, enquanto gritamos bem
alto que aquela pessoa é nossa. E que nós somos dela. E que assim é que
sempre devia ter sido.
Mas tudo tem um
propósito. É um sentimento egoísta, só queremos o nosso bem, e esse só é
atingido se o outro estiver connosco. Porque é o que somos quando o
outro está presente e o que sentimos por ele que importa.
É querer mudar o mundo,
achar que tudo é possível, acreditar que sempre devia ter sido assim.
Não entender como é que até agora podíamos ter sido felizes se nos
faltava uma parte tão importante. E acreditamos que vai ser infinito.
Não só enquanto dure, não. Neste momento acreditamos que o infinito é
eterno.
As pernas tremem só de o
ver chegar. Um sorriso salta só porque sentimos que está a olhar para
nós. O coração quase que pára quando ouvimos o nosso nome dito por
aquela boca, com aquela voz. Aquela boca que nos dá os melhores beijos. A
voz que nos faz suar frio.
Trocamos a festa do ano
por cinco minutos com direito a um beijo e um xi apertadinho. Fazemos
quilómetros só por um olá. Não conseguimos engolir só porque ouvimos uma
palavra bonita. Acordamos a meio da noite só porque queremos ter a
certeza de que a outra pessoa está ali, que não é só um sonho bom.
Sonhamos acordados, e vivemos em sonhos, porque o dia só tem 24h. Um
toque no cabelo que nos faz arrepiar, um beijo que nos faz desejar o
mundo. Agarrá-lo para sempre, esperar que o tempo pare e passar a
eternidade assim.
E não há desculpa para não estar.
Para não telefonar.
Para não ir.
Para não dormir.
Para não dizer.
Para não andar.
Para não abraçar.
Para não ouvir.
Para não contar.
Para não sentir.
Para não tremer.
Para não dançar.
Para não suar.
Para não correr.
Para não sorrir.
Para não cantar.
Para não ferver.
Para não ter.
Para não beijar.
Para não viver.
Para não ser.
Não há desculpa.
Porque quando se gosta…”
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