Mais um Natal à porta, só peço que seja tudo calmo e tranquilo, sem gritos ou idas ao hospital. Please please please.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
À cinco dias que me doi a cabeça e a alma. Mora cá um medo permanente de que se repita tudo. A acontecer não poderei tomar partidos, não serei bola de ping pong novamente. Terei de ter coragem para agarrar no que me faz falta e começar a minha vida. Com pouco ou nada mas pelo menos será a vida que eu escolhi. Todos os dias vivo numa ansiedade sem saber o que acontecerá na hora a seguir, será hoje, será amanhã? Vou conseguir sobreviver, tenho de acreditar nisso!
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Estou a passos curtos de ser uma típica solteirona a viver em casa dos pais para o resto da vida. Chego a casa depois de um dia de trabalho, que de certeza terá sido psicologicamente esgotante, e tenho de aturar as birras de três "crianças" que já largaram esse estatuto à várias dezenas de anos. Não admira que nunca tenha sentido aquele espaço como minha casa, nem esse nem nenhum. O mais próximo disso é talvez o meu meio carro, o único local realmente meu que pode ser como eu quiser e com quem eu quiser. Durante os malditos cinco dias da semana, a melhor altura do dia é pouco depois das 18h30 quando me sento no banco cinzento-claro-badalhoco e me sinto aliviada por ter um pouco de silêncio e calma. São os melhores minutos. Os minutos só meus que por vezes prolongo mas que têm sempre de acabar para aturar as "crianças" que não me pertencem.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Gosto!
Gosto de me deitar em lençois lavados acabados de esticar na cama.
Gosto de me deitar em lençois lavados acabados de esticar na cama.
Gosto de sentir o cheiro da casa limpa.
Gosto de enfiar a mão em grão, feijão e similares.
Gosto do som dos espanta-espíritos de madeira.
Gosto de abraçar o meu 4 patas quando ele pede mimo.
Gosto de cheirar o teu pescoço.
Gosto da luz tremida de uma vela.
Gosto do cheiro da chuva.
Gosto de ver as pessoas a passar na rua.
Gosto da água quente do banho de manhã.
Gosto quando procuras a minha mão.
Gosto de desafios manuais tais como origamis e puzzles.
Gosto de ver sítios novos.
Gosto do amargo do chocolate no fundo da língua.
Gosto de olhar para as estrelas e para as nuvens.
Gosto de pão acabado de sair do forno.
Gosto de coca-cola, o meu vinho americano.
Gosto de desenhar coisas que me corram bem.
Gosto de andar descalça.
Gosto da minha camisola larga e quentinha das noites de Inverno.
Gosto de meias às riscas.
Gosto de ler, um bom livro que me apaixone da primeira à última página.
Gosto de meias às riscas.
Gosto de ler, um bom livro que me apaixone da primeira à última página.
Esta sou eu!
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
"This is a show about nothing."
Ando a explorar novos caminhos, preciso de mudar, preciso de experimentar novas coisas e descobrir algo que me apaixone. Preciso de acordar de manhã com vontade de fazer algo. Preciso de acabar com toda esta dormência que me invade desde que abro os olhos até que os feche à noite. Literalmente preciso de acordar para a vida!
Ontem comecei com programação. É tão diferente do que sempre fiz mas pode ser que o desafio de algo novo seja aquilo que preciso para sair deste estado de entorpecimento em que me encontro.
Tudo muda à minha volta, os amigos crescem e realizam-se, as estações do ano passam, as coisas boas de outrora tornam-se desilusões. Só eu me mantenho como sempre e não me sai da cabeça o medo de mais 30 anos do mesmo limbo que se tornou a minha vida.
Preciso de ser alguma coisa!
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Hoje conheci Sylvia Plath, uma escritora americana que aos 30 anos fez isto:
"Na manhã de 11 de fevereiro de 1963,
Plath veda completamente o quarto das crianças com toalhas molhadas e
roupas, deixando leite e pão perto de suas camas, tendo ainda o cuidado
de abrir as janelas do quarto, ainda que em meio a uma forte nevasca. De
seguida, toma uma grande quantidade de narcóticos, deitando logo após a
cabeça sobre uma toalha no interior do forno, com o gás ligado,
morrendo passado pouco tempo."
Eu sei o que é ser uma criança em que um dos parentes quis desistir de tudo. Eu sei o que é saber que está tudo tão errado que o melhor é partir. É uma dor que nunca vai embora.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Sou muito paciente para algumas coisas e pouco para outras
Não suporto gente com mania e que fala só porque tem de ocupar o silêncio
Eu nunca tenho grande fézada na minha pessoa
Já me zanguei quase todos os dias da minha vida com a pessoa supostamente mais importante para mim
Quando era criança era uma moça bonita, de caracóis loiros e ar fofinho (já me deixei disso!)
Neste exacto momento estou neste emprego que tenho vindo a detestar de dia para dia
Morro de medo de nunca ter sido feliz num espaço só meu com quem eu escolher
Sempre gostei de viajar, é a minha grande paixão
Se eu pudesse ficava muito rica, mandava tudo o que me chateia às favas, raptava-te e passava o resto da vida a explorar o mundo
Adoro viajar, tu, o meu carro, o meu cão, chocolate...
Fico feliz quando posso ter um dia inteiro contigo
Se pudesse voltar no tempo, teria escolhido um curso que me desse futuro
Quero viajar para Tóquio e Itália
Eu preciso de motivar-me todos os dias a sorrir para conseguir sobreviver mais um dia
Não gosto de ver pessoas más, tanto para outras pessoas como para animais e natureza
Não suporto gente com mania e que fala só porque tem de ocupar o silêncio
Eu nunca tenho grande fézada na minha pessoa
Já me zanguei quase todos os dias da minha vida com a pessoa supostamente mais importante para mim
Quando era criança era uma moça bonita, de caracóis loiros e ar fofinho (já me deixei disso!)
Neste exacto momento estou neste emprego que tenho vindo a detestar de dia para dia
Morro de medo de nunca ter sido feliz num espaço só meu com quem eu escolher
Sempre gostei de viajar, é a minha grande paixão
Se eu pudesse ficava muito rica, mandava tudo o que me chateia às favas, raptava-te e passava o resto da vida a explorar o mundo
Adoro viajar, tu, o meu carro, o meu cão, chocolate...
Fico feliz quando posso ter um dia inteiro contigo
Se pudesse voltar no tempo, teria escolhido um curso que me desse futuro
Quero viajar para Tóquio e Itália
Eu preciso de motivar-me todos os dias a sorrir para conseguir sobreviver mais um dia
Não gosto de ver pessoas más, tanto para outras pessoas como para animais e natureza
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
O dia 5 foi especial e como tal mereceste este texto num original bricolage:
De à quase dois anos para cá que todos os dias penso na sorte que tive em te reencontrar. Tropeçar em ti no meio daquele público todo foi mesmo sorte porque, sem eu saber, vieste na altura em que mais precisava de ti. Uma sorte que virou amor, que cresce todos os dias e me torna uma pessoa melhor. Um amor que me faz mover e me mostra que até mesmo nos dias mais difíceis, posso contar contigo para juntos fazermos o nosso caminho.
Muitos PARABÉNS meu amor, meu amigo, meu companheiro, tenho imenso orgulho em poder ocupar um cantinho especial no teu coração. Que sejas feliz, que continues com essa "relesice" que tantas gargalhadas me faz dar e que nunca nos falte o amor.
De à quase dois anos para cá que todos os dias penso na sorte que tive em te reencontrar. Tropeçar em ti no meio daquele público todo foi mesmo sorte porque, sem eu saber, vieste na altura em que mais precisava de ti. Uma sorte que virou amor, que cresce todos os dias e me torna uma pessoa melhor. Um amor que me faz mover e me mostra que até mesmo nos dias mais difíceis, posso contar contigo para juntos fazermos o nosso caminho.
Muitos PARABÉNS meu amor, meu amigo, meu companheiro, tenho imenso orgulho em poder ocupar um cantinho especial no teu coração. Que sejas feliz, que continues com essa "relesice" que tantas gargalhadas me faz dar e que nunca nos falte o amor.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Voltei! Não com grande vontade mas teve de ser. De facto fui feita para organizar viagens e usufruir desse trabalho. Isto das 8h sentada à frente do computador a aturar gente tola em background deixa-me deprimida. O que precisava mesmo era do euromilhões para acordar contente todos os dias. Assim só me resta pensar onde irá ser a minha aventura do próximo ano porque Amsterdão e Roterdão já estão na minha lista dos sonhos concretizados.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Faltam duas horas e meia para a minha felicidade anual. A ansiedade de partir e pensar no que me falta ainda fazer levou-me a uma noite agitada. Sei que este será pior. Mas a próxima...a próxima estarei nos teus braços que me acalmam. A próxima será efectivamente a partida para esta aventura. Ando de ar blasé sem me alongar ou até mesmo falar sobre as minhas férias. É um segredo, parte nosso, parte meu. Se ninguém souber não me podem tirar este prazer.
E assim sendo, até Setembro.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Faltam 3 dias!
São só mais 3 dias e largo as confusões do atelier e parcialmente os problemas de casa. Vou poder respirar e sentir-me livre por alguns dias. Vou poder estar com quem quero, onde quero, fazer o que me dá na bolha. Vai ser bom, por favor que seja bom!
São só mais 3 dias e largo as confusões do atelier e parcialmente os problemas de casa. Vou poder respirar e sentir-me livre por alguns dias. Vou poder estar com quem quero, onde quero, fazer o que me dá na bolha. Vai ser bom, por favor que seja bom!
Entretanto amanhece com ar de chuva e um frio que beija o corpo como se fosse o Outono a chegar. As noites são geladas, obrigam a calças e casaco quando vou passear o 4 patas. Vou ter saudades dele. De tanta mas tanta gente que conheço, sei que durante os 15 dias longe, só terei saudades de quem demonstra a maior felicidade quando chego a casa, pego na trela para uma voltinha e um biscoito para o regresso. É cliché mas o cão é realmente o melhor amigo. Pelo meu meto as mãos no fogo, pode não haver para mim mas para ele tem de haver.
Já me dispersei novamente....faltam 3 dias!
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Hoje é sexta-feira, tenho pouco trabalho no atelier mas sinto-me cansada. Este fim de semana vai ser o dia especial para uma amiga e sei que não vai dar para descansar. Tenho o feeling que quando regressar na segunda feira estarei com ar arruinado. Vai ser bom poder estar com os amigos, aqueles grandes com quem posso contar. Vai ser bom poder desejar à minha amiga que aquele seja o início de uma feliz vida a dois. Era um dia que também gostaria de ter, não seria necessária tanta pompa e circunstância, metade dos 108 convidados que vão serviam-me perfeitamente. Tento não pensar nisso, é uma daquelas coisas boas que provavelmente não estão na check list que alguém criou enquanto por cá ando. Mais vale concentrar-me que, na segunda feira quando voltar cheia de mau feitio e olheiras, faltarão exactamente três semanas para ter o meu momento bom do ano. Até conseguir entrar num avião será um batalhar constante, um pôr-me à prova de tudo e todos, mas será um sonho concretizado. As minhas ambições são curtas, tento não sonhar muito porque sei que a realidade é quase sempre um pesadelo. Mas desta vez vou poder sonhar durante cinco dias. Cinco preciosos dias que vou estar longe dos problemas que me fazem sentir sempre no fundo do poço. Cinco dias só para mim porque tens outras prioridades e não quiseste vir comigo. Cinco dias para tentar perceber o que ando a fazer com a vida. Cinco dias para me dar esperança para aguentar todo o restante ano. É uma aventura! Mesmo que o avião caia, sei que foi uma boa decisão, ao menos o mundo "acaba-se-me" enquanto eu estava a realizar um sonho.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Vai chegar um dia em que brigaremos por nada e tudo será motivo para
pensarmos em desistir. Pode até ser que, agora, inebriados pelo gosto
bom do início, pensemos que isso é impossível. Mas, acredita,
acontecerá. Esqueceremos as risadas, os momentos bons e o que
construímos. Instalaremos um problema e, eu sei, faremos uma tempestade
num copo de água. Então, será nessa altura, que não nos podemos esquecer
do principal: o Amor que nos uniu.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Fica com alguém que te faça olhar para trás e agradecer por não ter dado certo com ninguém antes. Fica com alguém que faça não existir mais ninguém depois.
Fica com alguém que te assuma. Que ande ao teu lado com orgulho. Que te apresente aos pais, aos amigos, ao chefe, ao empregado de limpeza da firma. que segure a tua mão ao andar na rua. Que não tenha medo de te olhar apaixonadamente na frente dos outros. Fica com alguém que não se importe com os outros.
Fica com alguém que te faça rir. Que te mostre que a vida pode ser leve mesmo em momentos duros. Que seja o teu refúgio em dias caóticos. Fica com alguém que, quando te abraça, o resto do mundo não importa mais.
Fica com alguém que te transborde. Que te faça sentir que tu vais explodir de tanto amor. Que te faça sentir a pessoa mais especial do universo. Fica com alguém que dê sentido a todos os clichês apaixonados.
Posso ficar contigo?
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Os dias prósperos não vêm ao acaso; são granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento.”
Camilo Castelo Branco
Camilo Castelo Branco
Tirado daqui, da descrição perfeita de como são quase todos os meus dias mas que, ainda sem saber porque, escolho atirar para trás das costas.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Vim espreitar para ver se esta coisa ainda se mantinha online.Check!
Aproveito que cá estou para deixar um cantinho de pirraça, no futuro servirá para me lembrar que até tive sorte esta semana.
Na segunda feira de manhã, vesti o meu par de calças favoritas e descobri que as minhas formosuras tinham rasgado a ganga entre pernas. Mandei 2 ou 3 impropérios à vida mas trouxe as calças na mesma. Entretanto fui aos correios buscar uma encomenda e....era uma garrafa de Carolans e um pack de massagens da Odisseias que ganhei num passatempo. Melhorou sem dúvida a azia das calças rasgadas. À tarde andava a passear a vista pelo facebook e descobri que ganhei um relógio Vivofit da Garmin mais um pack de produtos da Bonduelle. Aí é que o rasgão das calças se eclipsou completamente.
Ontem, terça feira, respondi a um inquérito e ganhei um cartão de 10€ na Fnac. À noite antes de ir para casa passei pelo super e trouxe dois gelados Ben & Jerry's à borlix e ainda me deram 2,5€ para os trazer.
Hoje irei à tarde a umas conferências na Tektónica e com sorte lá arrebato uma caneta ou outra.
Estou aqui a fazer figas para que esta maré de sorte se mantenha por mais uns dias....anos...vá...
quinta-feira, 23 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Para ti...
"Quando se gosta, gosta-se e pronto. Sente-se saudades, estando longe ou mesmo 5 minutos depois de estarmos juntos. O coração bate mais forte, o estômago encolhe, o sorriso congela. Quando se gosta, gosta-se e apetece parar o tempo naqueles momentos que nao queremos que acabem. Os abraços nunca são demasiado apertados e os beijos sabem sempre a pouco. Tudo é sempre pouco. Quando se gosta, as mãos encaixam na perfeição e o ombro tem a forma exata para deitar a cabeça. As palavras são sempre meigas, cheias de carinho e acompanhadas de gestos sinceros que demonstram isso mesmo, que se gosta. Quando se gosta o único medo que existe é o de falhar e perder, por muito que seja tudo perfeito."
"Quando se gosta, gosta-se e pronto. Sente-se saudades, estando longe ou mesmo 5 minutos depois de estarmos juntos. O coração bate mais forte, o estômago encolhe, o sorriso congela. Quando se gosta, gosta-se e apetece parar o tempo naqueles momentos que nao queremos que acabem. Os abraços nunca são demasiado apertados e os beijos sabem sempre a pouco. Tudo é sempre pouco. Quando se gosta, as mãos encaixam na perfeição e o ombro tem a forma exata para deitar a cabeça. As palavras são sempre meigas, cheias de carinho e acompanhadas de gestos sinceros que demonstram isso mesmo, que se gosta. Quando se gosta o único medo que existe é o de falhar e perder, por muito que seja tudo perfeito."
segunda-feira, 30 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
"Uma mulher que gosta de viagens sonha muito mais do que as outras. Voa
mais alto e mais depressa mas também aterra mais vezes de beiças no
chão. Catrafode-se nos sonhos, esfarrapa-se por eles, luta sem
desistir e algumas vezes sem também conseguir.
Não lhe
importa a chuva, o frio, ou o sol quente, viaja porque gosta, porque
cada local é único e vale a pena, porque viajar é conhecimento e
descoberta e é sempre bom partir à descoberta. Gostava de ver tudo
mas sabe que é impossível e nem duas vidas lhe chegavam. Sente
todos os dias a falta de tempo. Gosta muito mais de partir do que de
ficar, e quando chega, a primeira coisa com que volta a sonhar é em
partir.
Quem
sabe um dia... mas ela não é de desistir. E é uma mulher que adora
viagens."
quarta-feira, 18 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Hoje estive a ler uns foruns de viagem e quando alguém sugeria ir a Amsterdão havia a pergunta: "e porque não Roterdão?" Não tinha a mínima noção de como era a cidade, fui googalizar e...apaixonei-me. Adeus Brugges com o romantismo, adeus Bruxelas com a malta antipática, adeus Antuérpia terra dos diamantes que não posso comprar.....olá Amsterdão e Roterdão! Está escolhido, logo no sossego de casa trato da reserva que me vai deixar sem dúvida imensamente contente.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Esta foi mais uma manhã em que me conseguiram chatear. Eu até que acordei bem disposta, vi que havia sol e na minha mente tocava uma musica alegre mas, e há sempre um mas, tive de dar boleia à pessoa que mais me consegue sugar toda a alegria de viver. Conseguiu com sucesso!
Nestes momentos tenho como meu ídolo o Homer Simpson mas não sou tão eficiente como ele.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Ontem tropecei neste texto e, juntamente com este, fizeram-me sentir um enorme vazio e ciúmes das mulheres para quem foram escritos. Nunca ninguém me deu assim valor e das vezes em que me dedico de alma e coração acabo por receber uma "facada". É bom saber que existem pessoas comuns que não têm medo de amar, de dedicar, de sentir e de aceitar os pequenos defeitos que torna cada um de nós num ser único.
Eu não sou perfeita, longe longe disso, mas revejo-me naqueles gestos de amor que faço sem nunca terem sido valorizados. Sei que isto é só um desabafo, este blog é para isso mesmo, funciona como um diário/amigo com quem possa conversar sobre aquelas coisas que sinto e que não interessam a ninguém. Antes de começarmos a namorar, escreveste-me as palavras mais belas que já alguém dedicou a mim, senti-me como a musa que inspira uma música, um livro ou uma obra de arte, mas basicamente ficaram por aí. Confesso que fiquei na expectativa de ter finalmente encontrado alguém que me ia amar por aquilo que sou e valorizar o que faço. Eu sei que gostas muito de mim, és sem dúvida o melhor que me aconteceu, mas, tal como já te disse antes, sinto que não queres estar comigo. Estás habituado a ter as namoradas à distância e eu não te vou tentar mudar. És assim, eu respeito, mas eu vou ter de mudar. Preciso de voltar a colocar o coração numa caixinha bem vedada para ele não ter ideias românticas nem apanhar desilusões quando os olhos tropeçam em casais apaixonados e actos de amor. Tenho de deixar de ser romântica!
segunda-feira, 9 de março de 2015
Trabalho em Lisboa mas pode-se considerar o local como periferia. Hoje, por motivos profissionais, tive de vir ao centro da cidade. Cruzei-me com os habitantes e com os turistas, os primeiros apressados nas suas correrias diárias, os segundos fascinados com tudo o que viam. Lisboa é sem dúvida um local único que se torna mais especial em dias com muito sol como hoje. Já visitei muitas cidades estrangeiras mas quando apanho uma ocasião destas, gosto de olhar para as coisas como se fosse a primeira vez que as vejo. Assim consigo renovar a Estação do Rossio, o Arco da Rua Augusta, o Tejo, e quase me sinto a passear num local novo e roçar a felicidade.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Finalmente os dias começaram a estar primaveris e isso melhora em muito a minha disposição, mas quando fico sozinha com os meus pensamentos, tornam-se sombrios e tristes. Para além dos problemas familiares cuja solução deveria de ter sido usada à anos e que agora é tarde de mais, restando-me sorrir e acenar, a situação aqui no escritório não está nada bem.
Estou num ramo que sofreu mesmo muito com a crise, imensas pessoas na minha área tiveram de emigrar ou deixar de parte o canudo que tanto suor tem impresso. Eu vou-me mantendo no mesmo sítio que vim parar quando saí da faculdade, já lá vão 5 anos. As condições não são más mas também não são as melhores. É um espaço pequeno em que se gere quase como uma família mas que, por ser assim, se abusa um pouco das pessoas e desvaloriza-se o seu esforço. Quando isto da crise começou, os subsídios foram postos na gaveta para saírem em tempo de melhores dias (que ainda não chegaram), e no ultimo ano os ordenados foram-se atrasando e atrasando até estarem mega atrasadíssimos. O que mais me indigna é que antes ainda havia uma justificação mas agora ninguem fala nisso e se alguém reclama a chefa ainda amua como se não estivéssemos no nosso direito de querer receber pelo trabalho que produzimos. Não sei bem o que fazer, por um lado, ainda vou aprendendo e tenho alguma liberdade de movimentos por aqui, por outro sinto-me cada vez mais desvalorizada e mais uns dias e o atraso será de 6 meses. Não tenho grandes despesas em casa porque sou mais uma personificação daquela musica "Sexta-Feira" do Boss AC mas assim fica difícil de pensar no futuro. Não me posso dar ao luxo de sair daqui porque é quase um milagre ainda haver alguém a empregar na minha área, e não posso emigrar...por enquanto.
Não sei mesmo o que fazer! Dou por mim muito sombria com sorrisos e brincadeiras que ocultam o que sinto na realidade, as mágoas, as desilusões, a irritação que algumas pessoas me provocam cuja vontade é mandá-las encher-se de moscas. Tudo abafado por uma conversa de "não é bom mas podia ser pior".
Não sei mesmo o que fazer!
quinta-feira, 5 de março de 2015
Apesar da dor e feridas que alguns amores me deixaram, sou uma eterna romântica. Tu não o és e por isso eu tento evitar expressar o quão apaixonada estou por ti. Mas no sábado apanhei-te a dormir e fiquei simplesmente a olhar para ti e depois a passar a mão levemente pela tua cara. Estavas tão em paz, tão tranquilo. Aquele ar de rapaz traquinas que tens todos os dias foi substituído por uma serenidade que te deixava o rosto ainda mais especial. Naquela altura senti-me abençoada e cheguei à conclusão que é o teu rosto que quero poder ver todas as manhãs ao acordar. Gosto mesmo de ti, Amo-te assim com A grande porque és sem dúvida o meu grande amor.
À pouco depois de almoçar, dei uma voltinha na lista de blogs que vou seguindo, e encontrei um texto sobre o amor. Alguém conseguiu pôr por palavras aquilo que sinto. Sei que não és assim e respeito, mas dedico-te o texto.
“Quando se gosta não há desculpa. Não há falta de tempo. Não há cansaço, não há horas. Não há nada que nos impeça de estar ali, ao lado de quem se quer. Para além do trabalho, onde durante essas horas se bombardeia o objecto do nosso amor com mensagens infindáveis e lamechas, tudo o resto é contornável.
“Quando se gosta não há desculpa. Não há falta de tempo. Não há cansaço, não há horas. Não há nada que nos impeça de estar ali, ao lado de quem se quer. Para além do trabalho, onde durante essas horas se bombardeia o objecto do nosso amor com mensagens infindáveis e lamechas, tudo o resto é contornável.
A chuva e o sol aparecem
quando devem, só para tornar cada momento mais especial. Toda a gente
nos lê nos olhos e nos perdoa as ausências. Os amigos sorriem, estão
felizes por nós. Nós estamos felizes. E o mundo sorri para nós.
Dorme-se menos. Come-se a
correr. Trocam-se horários. Desdobramo-nos em festas e situações, só
para podermos fugir e ir ter com. É isso que nos faz acordar com um
sorriso estúpido depois de 2h de sono. Não há motivos, não há doenças.
Não há cafés nem há compromissos. Não há impossíveis, nem falta de
dinheiro. Não há nada que nos separe.
Só há vontade e
borboletas. Conversa deitada fora, porque se quer conhecer mais e mais.
Não há monólogos, só perguntas. Porque nos queremos actualizar de todos
os anos que não estivemos ali. Comentários, cabeças na lua e sorrisos
estúpidos. Frases sem sentido, olhares brilhantes. Problemas que deixam
de existir. E um único objectivo, estar ali.
As horas são minutos, as
frases são palavras e um beijo é tudo. As promessas são eternas, as
mãos dadas são compromissos e os segredos são selados com um sorriso
cúmplice. Faz-se das tripas coração, sem sequer se ter consciência
disso.
Queremos apresentá-lo ao
mundo para que toda a gente veja e se deslumbre, como nós nos
deslumbramos. Para que toda a gente entenda o porquê do sorriso sem
motivo. E perguntamo-nos como é que algum dia ousamos estar tristes se
neste momento temos a certeza de que somos as pessoas mais felizes do
mundo.
As músicas têm novas
letras, os braços abrem-se e só queremos dançar, enquanto gritamos bem
alto que aquela pessoa é nossa. E que nós somos dela. E que assim é que
sempre devia ter sido.
Mas tudo tem um
propósito. É um sentimento egoísta, só queremos o nosso bem, e esse só é
atingido se o outro estiver connosco. Porque é o que somos quando o
outro está presente e o que sentimos por ele que importa.
É querer mudar o mundo,
achar que tudo é possível, acreditar que sempre devia ter sido assim.
Não entender como é que até agora podíamos ter sido felizes se nos
faltava uma parte tão importante. E acreditamos que vai ser infinito.
Não só enquanto dure, não. Neste momento acreditamos que o infinito é
eterno.
As pernas tremem só de o
ver chegar. Um sorriso salta só porque sentimos que está a olhar para
nós. O coração quase que pára quando ouvimos o nosso nome dito por
aquela boca, com aquela voz. Aquela boca que nos dá os melhores beijos. A
voz que nos faz suar frio.
Trocamos a festa do ano
por cinco minutos com direito a um beijo e um xi apertadinho. Fazemos
quilómetros só por um olá. Não conseguimos engolir só porque ouvimos uma
palavra bonita. Acordamos a meio da noite só porque queremos ter a
certeza de que a outra pessoa está ali, que não é só um sonho bom.
Sonhamos acordados, e vivemos em sonhos, porque o dia só tem 24h. Um
toque no cabelo que nos faz arrepiar, um beijo que nos faz desejar o
mundo. Agarrá-lo para sempre, esperar que o tempo pare e passar a
eternidade assim.
E não há desculpa para não estar.
Para não telefonar.
Para não ir.
Para não dormir.
Para não dizer.
Para não andar.
Para não abraçar.
Para não ouvir.
Para não contar.
Para não sentir.
Para não tremer.
Para não dançar.
Para não suar.
Para não correr.
Para não sorrir.
Para não cantar.
Para não ferver.
Para não ter.
Para não beijar.
Para não viver.
Para não ser.
Não há desculpa.
Porque quando se gosta…”
segunda-feira, 2 de março de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Eu tento sempre...
“Lá porque o passado não se transformou no que desejavas, não significa que o futuro não possa ser mais brilhante do que tenhas imaginado.”
“Lá porque o passado não se transformou no que desejavas, não significa que o futuro não possa ser mais brilhante do que tenhas imaginado.”
“O segredo da mudança não é centrar toda a energia num combate ao que é velho mas em concentrar toda a energia na construção de algo novo.”
“Existem três
regras simples na vida: se não perseguires o que desejas, nunca o terás; se não
perguntares, a resposta será sempre não e se não andares, estarás sempre no
mesmo sítio” são o conjunto de palavras que tenho para memorizar.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Hoje escrevo para ti.
Conhecemo-nos à imenso tempo, fomos colegas de turma na faculdade. Ainda chegámos a ir ao CCB e, embora não me lembre, dei-te gelado à boca enquanto me foste levar a casa no teu ax branco com piercings. Na altura eu tinha namorado e tu eras tão nervoso, com uma carga tão grande de ansiedade em cima que, confesso, não senti nada por ti para além de amizade. Depois zangaste-te com os professores, colegas e vida universitária, lembro-me de ti a sair todo irritado da sala a dizer que tinhas desistido de tudo aquilo e eu pensei que nunca mais te veria. Mas a amizade ficou, mantive o teu número de telemóvel e enviava sms no teu dia de anos e depois, com o facebook, "amiguei-te", ficando naquela lista de malta que só se mantém o contacto em situações festivas.
Um dia, muitos anos depois, vi pelo facebook que ias a um concerto de uma espécie de Pink Floyd na Fábrica da Pólvora e, como o meu pai é grande fã da banda, peguei nele e no meu irmão e lá fomos até Tercena. Já mesmo no fim encontrei-te! Estavas mais alto e magro do que imaginava. A caminho de casa mandaste-me sms e eu respondi que não tinham tocado a minha música favorita "Poles Apart", e lá fomos trocando mensagens.
Tu apareceste numa altura em que eu não estava disponível, não por ter namorado (que não tinha) mas não estava disponível para dedicar-me novamente a alguém que passado uns tempos me iria magoar como tinha acontecido no passado. Não me queria dar de novo a conhecer até porque pensava que continuavas um tipo irritadiço sempre zangado com a vida.
Mas tu entraste a pés juntos e não desististe. Levaste-me a passear e fizeste-me rir! Uma das coisas que mais gosto em ti é o teu sentido de humor, a capacidade de me arrancar um sorriso mesmo nos piores momentos é priceless. Fomos ao cinema ver os minimons, nunca diria que eras pessoa de gostar de desenhos animados. Fomos ao CineConchas, levaste uma manta, não choveu e ainda hoje continuo impressionada pela forma como te aguentaste estoicamente a ver-me comer pipocas como se não houvesse amanhã. Fomos ao Magnetic (acertei no nome!) beber chá e ver personagens estranhas. Fomos ao sushi e não reparei que me tiravas as medidas. Ofereceste-me um perfume no dia em que fomos ao Origami e depois ao Pavilhão Chinês onde me tiraste a foto mais espectacular de sempre.
No meio de tudo isto, escreveste-me as palavras mais belas que alguém me dedicou e fiquei com medo. Estavas a apaixonar-te por mim e eu sem nunca ter reflectido no assunto, também sentia que mexias comigo. Mas tive medo, eu entrego-me de corpo e alma a quem eu escolho e sempre me decepcionaram. Tive medo que fizesses o mesmo, não queria sofrer de novo por amor e achava que estava melhor sozinha sem desilusões. Então decidi que o melhor seria afastar-me para que, tanto um como o outro, nos fossemos esquecendo antes de que, o que havia entre nós, se tornasse mais sério.
Contudo passou-se um sábado e outro, e eu senti a tua falta. Tinha saudades tuas e senti-me tão dividida! Achava que não merecia ser feliz e que sozinha estaria melhor mas foste-me habituando à tua presença, às nossas trocas de mensagens por vezes muito totós, ao meu e teu sorriso fácil na companhia um do outro, a tu a cantarolares as músicas da rádio e eu com vontade de fazer o mesmo mas com vergonha de cantar para alguém, às nossas conversas sobre tudo e sobretudo.
Então tomei a melhor decisão de sempre e dei uma hipótese a nós. Não sabia o que ia acontecer mas fizeste-me uma surpresa, pegaste em mim e levaste-me até Monsaraz. Chegámos lá de noite, estava frio, tanto frio, lembras-te? Quiseste dar o teu casaco, foste um cavalheiro, não aceitei, e juraste a pés juntos que ali no cimo das muralhas conseguia-se ver água. Senti que me querias beijar ali, entre as ameias daquele castelo mas não aconteceu. Fomos jantar a Évora, conversámos tanto que nenhum comeu nada de especial e acabou por arrefecer quase tudo na travessa. Depois de uma encharcada, na ruela do restaurante, eu encostei-me a ti, tu encostaste-te a mim, eu olhei para cima, tu olhaste para baixo e....aconteceu. Estava dado o primeiro passo e assim quebraste todas as minhas barreiras.
E assim hoje dedico-te este post, não por se estar a aproximar o dia dos namorados mas porque me apeteceu. Obrigado por teres aparecido na minha vida na altura certa e me teres tornado numa pessoa mais feliz. Amo-te muito meu amor.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Como este blog começou por ser uma espécie de bloco de frases que ouço/leio diariamente, embora tenha-se desviado para um caminho de diário pessoal, vou contribuir com duas fabulosas pérolas linguísticas.
- É feito de elástico torcido, até dá dó ao Júlio Isidro.
- Alpista é que alimenta o canário, se lhe der amendoins tem macacos.
E é isto!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Ideias soltas:
- Tenho comprado tanta roupa a preços irrisórios nos saldos sem levantar o rabo da cadeira do atelier, o paypal vai levar-me à falência.
- As minhas vias respiratórias não estão preparadas para este frio e o resto do corpo dispensa a chuva que anda a ameaçar no São Ipma.
- Fui ao teatro contigo, fartaste-te de rir e saíste de lá visivelmente contente, gosto!
- Tenho muito trabalho e de repente toda a gente me cai em cima com qualquer coisa para eu fazer, assim sendo...vou fazer coisas, inté.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Este ano irei ver a casa de Anne Frank. Li o livro em miuda, devia de ter uns 14 ou 15 anos mas não compreendia a dimensão do que tinha acontecido àquela garota quase da minha idade. Já não me recordo de muita coisa que lá li, antes de ir a Amesterdão terei de o ler novamente, mas conforme vou organizando a minha viagem e com todas as notícias sobre o Dia Internacional do Holocausto que se comemorou ontem, dei por mim a tropeçar num documento do Público que descreve uma visita à casa. Concordo que se tenham mantido e reabilitado os campos de concentração e memórias deste negro período da história. É necessário haver a lembrança do quão horrível pode ser o ser humano para com o próximo e de como é importante evitar que a história se repita. Irei em homenagem à Anne e a todos os que como ela sofreram, sei que me vou emocionar porque até mesmo o sofrimento alheio mexe cá dentro, mas irei. Até lá Anne.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Já percebi que não vai dar e que portanto terei de fazer mais uma viagem sozinha. A culpa não é tua e ainda há aquele restinho de esperança mas eu prefiro mentalizar-me que mais uma vez só poderei contar comigo. Claro que fico triste mas não será por causa disso que não deixarei de o fazer. Eu preciso disto! Preciso de arejar portanto irei colocar mais uma vez a vida na mochila e partir ao desconhecido. Vai correr bem, vou regressar confiante que foi uma decisão acertada e que no futuro a acontecer, partirei de novo de mochila às costas para descobrir um cantinho novo que me permita sustentar os 11 meses que se adivinham sentados numa cadeira de escritório.
Gostamos um do outro mas somos diferentes e respeito isso. Vives para os motores e é neles que se encontram os teus sonhos, as tuas ambições. Vendo as coisas por outro lado, não gastando dinheiro nos meus sonhos poderás ter para os teus, e se isso te deixa feliz, então estarei feliz ao teu lado.
Não te vou chatear mais com este assunto e em Março vou oferecer a tão esperada prenda a mim mesma. O destino está mais que escolhido e até já comecei a consultar dicas e truques de outros viajantes. É um desconhecido já com algum conhecimento de causa mas que me torna os dias tão mais leves até chegar a altura de embarcar num avião.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Hoje tive mais um sonho idiota que dava um fabuloso guião para o Steven Spielberg. A grande diferença é que, para além de me lembrar dele, tu também entraste e de manhã enquanto me vestia fui revivendo mentalmente o sonho várias vezes para não me esquecer de to contar.
Sonhei então que me tinha abonecado e ao ir para tua casa, o elevador
avariou e ficou preso entre pisos, deixando só uma pequena abertura no
chão onde eu estava. Todos os vizinhos foram ver a tragédia e estavam
para chamar os bombeiros para me tirar de lá porque se eu tentasse, a
qualquer momento o elevador podia continuar a trabalhar e eu era cortada
a meio. Mas como estava com muitas saudades tuas e as portas do
elevador era tipo daquelas antigas em grade, eu lá me decidi a sair
muito rapidamente embora o espaço fosse tão apertado que fiquei sem
roupas e os teus vizinhos muito perplexos. Entretanto lá entrei em tua
casa e tu deste-me um cobertor quentinho para me embrulhar. Fomo-nos
sentar à mesa da cozinha e tu estavas a almoçar batatas cozidas com
ervilhas que em vez de bolinhas eram discos. A tua avó dizia que eram
umas ervilhas especiais que arranjou por 1€ um saco de 10kg. Estava eu
fascinada a ver-te comer uma pratada de pequenos discos e comecei a
sentir-me adoentada. Então a tua mãe foi buscar uma mega caixa de
medicamentos e deu-me um. Eu perguntei se tinha penicilina e a tua mãe
ficou super ofendida a barafustar que não confiava nela e que todos os
medicamentos eram naturais. Lá lhe expliquei que era alérgica, ela
acalmou-se, deu-me um comprimido que me meteu a dormir de imediato.
Estava eu a dormir quando a tua mãe se lembra que o teu avô estava na
casa de banho desde manhã cedo, foram lá buscá-lo, eu acordei com o
aparato e ele sentou-se na minha cadeira porque estava quentinha,
enquanto tu acabavas de comer os discos de ervilhas. Depois no momento a
seguir, como estavas muito triste, a tua mãe internou-te num hospício
que funcionava no apartamento de umas enfermeiras muito irresponsáveis, e
eu como não concordava, fingi-me de maluca para ser internada e
raptar-te. Assim que lá cheguei havia um gajo com uma pressão de ar a
disparar chumbos para toda a gente, eu meti-me à tua frente para que não
fosses atingido mas mesmo assim um deles furou-te o pé. Aquilo doía-te
horrores mas se te queixasses já não podias fugir. Então eu ajudei-te a
atravessar o apartamento que estava cheio daquelas estruturas com
rodinhas para o soro nos hospitais que dificultou imenso a tarefa de te
carregar coxo, e aproveitando que alguém abriu a porta, meti-te na rua e
pedi para esperares por mim que saía assim que alguém abrisse a porta
de novo. Contudo as enfermeiras estavam a chamar toda a gente para comer
ficando difícil alguem abrir a porta e eu fiquei preocupada que te
fosses embora. Então um velhote que estava lá internado com a neta, lá
meteu o código certo e quando a porta ia a abrir eu acordei.
Pergunta: Devo fazer uma inscrição voluntária no Júlio de Matos?
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Ontem peguei na nossa história que me escreveste para a ler novamente, ela dorme ao meu lado na mesa de cabeceira, sabias? E mais uma vez me causou um sorriso e uma lágrimano canto do olho (como na música!). O sorriso é daqueles mesmo sinceros que vem directamente do coração, caso ele pudesse sorrir. É tão bom quando encontramos alguém, que tivemos à espera a vida inteira, para amar e ser amado, e eu sinto-me assim quando estou contigo. A lágrima é como as que saem quando leio um livro mega romântico em que, um breve desastre acontece mas que depois tudo fica bem entre os dois heróis da história. É uma lágrima de quem, mesmo passado um ano, ainda não acredita que pode ter assim uma história tão bonita mesmo ao lado da almofada todos os dias. É uma verdadeira lágrima de felicidade e surge ao mesmo tempo que o sorriso....um sorriso que curiosamente deu início a tudo sem eu ter essa intenção. Um sorriso que terás sempre para te alegrar os dias e saberes que és amado. Sorris para mim também?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
2015, um ano novo que começou com imenso frio e com algumas situações que foram estragar aquela alegria inicial de quem espera ter novos 365 bons dias.
Tal como a vida me ensionou, é preferível não criar expectativas porque coisas boas raramente me estão destinadas. Em todas as passagens de ano costumo imaginar que é desta que poderei ser feliz e dou-me ao luxo de pedir desejos. Este ano foi diferente e não pedi nada! Sorri, fiz barulho, beijei, abracei e vi um puto super feliz por o chão estar cheio de purpurinas. As crianças conseguem ser tão felizes com coisas simples. Gostava de ter essa capacidade de só processar as coisas boas e não ser afectada pelas más.
E assim, sem sonhar muito alto, espero que este seja um ano simples e que no final, quando todos os dias estiverem nos pratos da balança, o prato positivo seja o mais pesado. Feliz Ano Novo!
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