sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

2015, um ano novo que começou com imenso frio e com algumas situações que foram estragar aquela alegria inicial de quem espera ter novos 365 bons dias. 
Tal como a vida me ensionou, é preferível não criar expectativas porque coisas boas raramente me estão destinadas. Em todas as passagens de ano costumo imaginar que é desta que poderei ser feliz e dou-me ao luxo de pedir desejos. Este ano foi diferente e não pedi nada! Sorri, fiz barulho, beijei, abracei e vi um puto super feliz por o chão estar cheio de purpurinas. As crianças conseguem ser tão felizes com coisas simples. Gostava de ter essa capacidade de só processar as coisas boas e não ser afectada pelas más.
E assim, sem sonhar muito alto, espero que este seja um ano simples e que no final, quando todos os dias estiverem nos pratos da balança, o prato positivo seja o mais pesado. Feliz Ano Novo!

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