quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Este ano irei ver a casa de Anne Frank. Li o livro em miuda, devia de ter uns 14 ou 15 anos mas não compreendia a dimensão do que tinha acontecido àquela garota quase da minha idade. Já não me recordo de muita coisa que lá li, antes de ir a Amesterdão terei de o ler novamente, mas conforme vou organizando a minha viagem e com todas as notícias sobre o Dia Internacional do Holocausto que se comemorou ontem, dei por mim a tropeçar num documento do Público que descreve uma visita à casa. Concordo que se tenham mantido e reabilitado os campos de concentração e memórias deste negro período da história. É necessário haver a lembrança do quão horrível pode ser o ser humano para com o próximo e de como é importante evitar que a história se repita. Irei em homenagem à Anne e a todos os que como ela sofreram, sei que me vou emocionar porque até mesmo o sofrimento alheio mexe cá dentro, mas irei. Até lá Anne.

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