Hoje conheci Sylvia Plath, uma escritora americana que aos 30 anos fez isto:
"Na manhã de 11 de fevereiro de 1963,
Plath veda completamente o quarto das crianças com toalhas molhadas e
roupas, deixando leite e pão perto de suas camas, tendo ainda o cuidado
de abrir as janelas do quarto, ainda que em meio a uma forte nevasca. De
seguida, toma uma grande quantidade de narcóticos, deitando logo após a
cabeça sobre uma toalha no interior do forno, com o gás ligado,
morrendo passado pouco tempo."
Eu sei o que é ser uma criança em que um dos parentes quis desistir de tudo. Eu sei o que é saber que está tudo tão errado que o melhor é partir. É uma dor que nunca vai embora.
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